domingo, 26 de janeiro de 2014

A Doença Como Caminho


De uma maneira geral, a saúde é encarada como se fosse um estado de não doença, de não mal estar ou dor, quando o indivíduo pode continuar a levar a sua vida sem grandes alterações ou questionamentos.

É muito mais fácil tomar um medicamento para aliviar uma dor de cabeça, do que compreender a mensagem que o organismo está sinalizando. Somos muito imediatistas, tratamos apenas das aparências, não buscamos a origem ou as causas de nossa doença.
O corpo humano possui uma inteligência fisiológica cuja função básica é manter a homeostase do organismo diante de todos os estímulos do mundo exterior e interior. O equilíbrio é conseguido através da livre circulação de energia no organismo, assim como através das trocas contínuas entre o corpo e o meio ambiente. Esse fluxo contínuo de energia nos mantém vivos. Quando a circulação de energia não ocorre de uma maneira adequada surgem as doenças.
Nosso corpo vai sinalizando, com muita antecedência, o desequilíbrio através de pequenas alterações funcionais sem substrato físico; isto é, não há nada a nível orgânico que justifique aqueles sinais ou sintomas. Com a não valorização desses sinais e a manutenção do mesmo padrão de vida, as alterações físico-químicas vão-se cronificando, se solidificando até atingirem o seguimento físico; a doença passa a se expressar em algum tecido, órgão ou víscera, acompanhada de padrões mentais e emocionais bem determinados.
Saúde e doença são aspectos de um mesmo movimento. Através do desequilíbrio atingimos novo equilíbrio, uma nova freqüência, um novo patamar energético. No período de transição para esse novo padrão, vivencia-se a doença. Ela não é considerada como algo estranho, mas sim, a conseqüência de um conjunto de fatores que culminam em desarmonia e desequilíbrio. É através da doença que alcançamos saúde. Verifica-se, com uma certa freqüência, em pacientes com doenças graves ou terminais, relatos acerca de estarem vivendo melhor ou mais saudavelmente, a partir do momento em que se conscientizaram de sua doença.
Para vivermos em harmonia, precisamos ter flexibilidade e disposição para um grande número de opções de interação com o meio ambiente. Sem flexibilidade não há equilíbrio. Períodos de saúde precária são estágios naturais na interação contínua entre o indivíduo e o meio onde ele está inserido. 
Estar em desequilíbrio significa passar por fases temporárias de doença, nas quais se pode aprender a crescer.

A doença é uma oportunidade para a introspecção, de modo que o problema original e as razoes para a escolha de uma certa via de fuga possam ser levadas a um nível consciente onde o problema possa ser resolvido. A função básica do terapeuta está em espelhar a verdade para o paciente, ajudá-lo a desenvolver uma consciência do processo de vida e dos mecanismos (obstáculos e ilusões) que se criam para gerar a doença e, também, poder ajudá-lo a entrar em sintonia com seus próprios recursos de cura, possibilitando o resgate da auto estima, da aceitação e do perdão.
Como diz a música de Milton Nascimento e Fernando Brandt, “O que importa é ouvir a voz que vem do coração”, curar-se é abrir o canal da comunicação, é fazer-se entrar em contato com a própria essência, é despertar a capacidade de ser, estar, criar e descriar, sonhar e realizar. Essa autodescoberta é o caminho da auto-cura, que nada mais é do que resgatar o amor próprio.
O organismo doente está envolvido no aparecimento, no desenvolvimento e na cura de sua doença. O ser humano pode se instalar na doença, pode obter com ela benefícios, mas pode principalmente pela doença, exprimir tendências profundas. O corpo relata, fala, descarrega e protesta através do seu próprio adoecimento. É sempre, uma forma de o organismo expressar conflitos profundos. Como os distúrbios digestivos, por exemplo, que são muitas vezes, expressão de conflitos entre o reter e o expelir, entre o desejo e a necessidade.
A doença, portanto, não é algo que vem de fora ou já está lá antecipada, é, sim, um modo peculiar de a pessoa se comunicar em circunstâncias adversas. É, pois, em suas várias formas, um modo de ser no mundo, um modo de se relacionar com as pessoas em volta. Isso nos leva a ter que encarar o limite do conhecimento técnico na compreensão dos mecanismos de formação das doenças; e, em função desses princípios colocarmo-nos a refletir sobre a importância de se mudar o foco da ação terapêutica, em vez de nos centrar na doença deslocarmos o foco para a interação com alguém que está doente, de quem, na verdade, podem advir os recursos realmente curadores de uma doença.
Cada região do corpo além de prestar-se a uma determinada função do organismo pode sinalizar uma zona específica de conflito entre a mente e o corpo. Esses conflitos que geraram emoções estão relacionados a acontecimentos da nossa vida no passado, que não foram bem trabalhados e em razão disso, permanecem mal resolvidos e criando obstáculos para a vida atual. Quando refletimos sobre os conflitos e qual a nossa responsabilidade neles, pode ocorrer a liberação e distribuição de energia que facilita nossa consciência, expressão emocional e a organização de um novo modo de nos colocarmos diante da vida.
Poderíamos, entre outras coisas, dizer que a doença é passagem, é comunicação, é transformação e, acima de tudo, poderíamos dizer que ela tem um sentido muito pessoal para cada um, a cada momento de indagação. A doença seria, então, uma entrada em outra realidade. Como um sonho, ela pode ter inúmeras leituras para cada pessoa.
   Fonte:Livro- A Doença como caminho; Thorwald Dethlefsen & Rudiger Dahlke

domingo, 22 de dezembro de 2013

Mensagem final de 2013


Chegamos ao final de 2013, gostaria de agradecer a todos os pacientes pelo carinho, pela confiança em meu trabalho; a todos que visitaram meu blog; aos amigos, parentes e colegas da Microfisioterapia, que me incentivaram, apoiaram e me indicaram;aos mestres Daniel Grosjean e Patrice Benini por trazererem conhecimentos novos, sempre.
Agradeço a Deus por tudo de bom que me aconteceu neste ano, sou grata e me sinto muito feliz e realizada por trabalhar com o que amo e acredito, a Microfisioterapia .
Que venha 2014!!!


Abraços!!!

Caroline Nery

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Crescimento e Proteção

A evolução nos trouxe diversos mecanismos de sobrevivência que podem ser divididos, grosso modo,    em duas categorias: crescimento e proteção .Representam a base do comportamento que garante a vida dos organismos.Você pode não perceber, mas o crescimento é um fator vital para a sua sobrevivência mesmo que você seja adulto.Todos os dias, bilhões de células em seu corpo se desgastam e precisam ser substituídas .Por exemplo : todo o revestimento celular interno de seus intestinos é renovado a cada 72 horas.Para manter essa reposição constante de células o corpo depende de uma grande quantidade de energia diariamente .
Bem, a essa altura você não irá se surpreender se eu disser que descobri a verdadeira importância dos fatores de crescimento e proteção no laboratório onde estudei o corpo humano e seus bilhões de células.Quando estava estava colunando células endoteliais humanas, observei que elas se afastavam das toxinas que eu introduzia em seu ambiente, assim como as pessoas fogem dos leões e dos assaltantes.Notei, também que se moviam ou gravitavam em direção aos nutrientes, assim como nós buscamos café da manhã, jantar e amor.Esses dois movimentos opostos definem as duas reações celulares aos estímulos ambientais: a primeira é ir em direção a um sinal que promove a continuidade da vida- como os nutriente- e que caracteriza uma resposta de crescimento , e a segunda é mover-se em direção oposta a um sinal ameaçador- como toxinas- que caracteriza uma reação de proteção .Também  deve-se observar que alguns estímulos do ambiente são neutros e não geram reações de crescimento ou mesmo de proteção .
Minhas pesquisas em Stanford mostram que estes comportamentos de crescimento e proteção também são essenciais para a sobrevivência de organismos multicelulares como os seres humanos.Mas há um detalhe a ser mencionado sobre estes mecanismos opostos de sobrevivência que se desenvolvem há bilhões de anos: os dois não podem opererar simultaneamente, ou seja, as células não podem se mover ao mesmo tempo para frente e para trás.As células de vasos sangüíneos humanos que estudei apresentavam um tipo de anatomia microscópica para o fator nutrição e outro completamente  diferente para o fator proteção .Não podem utilizar os dois tipos de configuração simultaneamente ( Lipton et al.,1991).
Em uma reação similar à das células, os seres humanos também restringem seu comportamento de crescimento quando adotam o comportamento de proteção.Se você está fugindo de um leão, não há motivo para despender energia em crescimento .Para sobreviver (escapar do leão), você terá de reunir toda a sua energia para ativar mecanismos de luta ou de fuga.A redistribuição das reservas de energia para a reação de proteção invariavelmente resulta na redução do crescimento .
Além de desviar energia para a manutenção de tecidos e órgãos necessários para a reação de proteção, há mais de um motivo para que o processo de crescimento seja inibido.Este processo requer uma troca entre o organismo e o ambiente.Por exemplo: os alimentos são ingeridos e o que nao é utilizado pelo corpo é expelido.Portanto, a reação de proteção fecha o sistema para proteger o organismo de qualquer ameaça externa.
Inibir o crescimento também debilita o sistema, pois trata-se não apenas de um processo que consome, mas também que gera energia .Como consequência, situações que envolvam reações prolongadas de proteção inibem a produção de energia que mantém a vida.Quanto mais organismo permanece  nesse estado, mais comprometido se torna seu nível de energia .Na verdade, uma situação  que leve alguém a um " estado de terror" pode paralisar totalmente o processo de crescimento .
Por sorte não chegamos a esse ponto com tanta facilidade.Além disso, o processo de reação de crescimento e proteção nos organismos multicelulares é diferente  daquele das células individuais.Nem todos os nossos 50 trilhões de células têm de entrar em processo de crescimento ou proteção ao mesmo tempo.A proporção de células em cada um deles depende da ameaça  que o corpo capta.Podemos sobreviver algum tempo sob estresse, mas uma inibição crônica do crescimento de crescimento pode comprometer severamente nossa vitalidade.Também é importante dizer que vivenciar a vitalidade plena é mais que simplesmente eliminar os fatores de estresse.Na seqüência contínua de crescimento e proteção, eliminar os fatores de estresse somente nos coloca em um ponto neutro do processo .Para estar bem de verdade, precisamos não apenas eliminar os fatores como também vivenciar momentos intensos de alegria, amor e satisfação que estimulem nosso processo de crescimento .(Fonte: A Biologia da Crença - Bruce H. Lipton , páginas 174, 175e 176)

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Cientista demonstra que as emoções e os pensamentos afetam as moléculas de água,

No dia 10, japonês estará em BH para falar de pesquisa sobre sentimentos.

Um lançamento editorial de 1999, o best seller “Mensagens da água – Para uma Vida Saudável”, escrito pelo cientista japonês Masaru Emoto, mudou o paradigma sobre a emoção humana e provou, através de fotos, a influência do meio, dos sentimentos e das palavras sobre as moléculas de água.

Notável. Masaru Emoto explica que as moléculas de água são influenciadas pelas emoções

O livro traduzido para mais de 45 idiomas já vendeu mais de 3 milhões de cópias e traz um estudo revolucionário que, em 2005, foi apresentado na Organização nas Nações Unidas (ONU).

Emoto impactou o mundo ao apresentar fotos microscópicas que comprovam as alterações estruturais de uma partícula de água quando armazenada em um recipiente rotulado com palavras como “amor” ou “gratidão” e os resultados diferentes quando as palavras são “ódio” ou “inveja”. As moléculas de água também mudam quando são submetidas a diversos estilos musicais, orações e meditação.

O comportamento das moléculas de água diante de um agradecimento; cristais harmoniosos.

De lá para cá, o cientista, que também é presidente do General Research Institute e presidente emérito do International Water for Life Foundation, vem mostrando ao mundo suas pesquisas. No próximo dia 10 é a vez de Belo Horizonte recebe-lo.

Em entrevista exclusiva a , o cientista de 70 anos e que vive no Japão, diz que publicou no ano passado um novo livro, “Religião Japonesa e Água”. Desde março de 2000, Emoto visitou mais de 80 países e ministrou mais de 1.200 seminários.

“Essa tem sido a resposta das pessoas ao redor do mundo, e o número de pedidos de palestras só vem aumentando, mais e mais. A consciência das pessoas sobre a água está aumentando em todo o mundo, e a celebração de amor e gratidão com a água está se espalhando amplamente. Eu me sinto muito satisfeito por ter contribuído para despertar positivamente essa consciência nas pessoas, muito além da minha expectativa”.

O comportamento das moléculas de água diante de um agradecimento; cristais harmoniosos.

Emoto ensina que a água reflete a emoção das pessoas como um espelho. “Sentimentos como raiva, ansiedade, medo e ressentimento distorcem, de forma feia, a molécula de água e registram nossa energia de maneira negativa. Setenta por cento do nosso corpo e 93% do nosso cérebro são formados de água. Assim, os bons pensamentos nos afetarão fortemente, e os pensamentos felizes vão fortalecer nosso sistema imunológico”.

Já que os pensamentos positivos e negativos impregnam e cristalizam a água de formas diferentes, quis saber do cientista se ele havia pesquisado sobre como as drogas podem afetar a molécula de água, já que isso seria uma possibilidade de compreender o seu efeito sobre o corpo humano. Emoto responde com um exemplo. “A aspirina é uma mistura de diferentes químicas que eliminam a dor. Entretanto, quando cada química interrompe sua ação e volta a ser ela mesma, ela gera efeitos colaterais. A maiorias das químicas hoje utilizadas é as mesmas”.

O cientista chama a atenção para uma mudança de paradigma que está ocorrendo. “O século 20 foi do petróleo, o século 21 será a era da água. Seremos capazes de retirar energia da água muito breve. Eu penso que se isso acontecer, o Brasil será o país mais rico do mundo, porque tem o maior aquífero sob o solo. Mas, para isso, teremos que estudar o que é a água. Vamos estudar junto comigo? Estou ansioso para estudar com vocês brasileiros”, convida.

AGENDA: Palestra com Masaru Emoto, dia 10 próximo, às 19h, no auditório Topázio do Minascentro. Informações pelo telefone (31) 3785-8139, pelo site www.minhacasasaudavel.com.br , na rua Pouso Alto, 49 A, Serra e nos restaurantes Néctar da Serra (avenida Bandeirantes, 1839, e Fonte de Minas (rua dos Guajajaras, 619).

Fonte: O TEMPO

quinta-feira, 18 de julho de 2013

DEPOIMENTOS

 
Hoje vou postar alguns depoimentos de pessoas que atendi com a Microfisioterapia.Estes depoimentos foram enviados ao meu email e eu somente os copiei e colei aqui.Peço a quem quiser me enviar algum relato mande no meu email   carolinemnery@gmail.com, que postarei aqui em uma outra oportunidade.
Agradeço  a Ana Paula Del Menezzi, Natan, Heidi Robbe, Maria dos Reis, E.D.P. e R.D.




Meu nome é Ana Paula  sou mãe de um menino de 3anos de nome Natan.
Antes de completar 1ano o Natan desenvolveu um quadro clinico de otites recorrentes, com infecções, ruptura de timpano e vazamento de secreções. Com 1ano e 6meses foi diagnosticado que ele tinha OMSB(otite média serosa bilateral) e DISACUSIA BILATERAL(perda de audição e audição difusa), para este caso seria recomendado cirurgia para colocação de um tubo de ventilação, isto em Set/12. Já nos preparando para realização dos exames pré-operatórios, o médico precisou se ausentar e adiar a cirurgia, no domingo minha tia Flávia leu sobre a drª Caroline Nery, seu tratamento e do caso de um paciente que apresentava o mesmo quadro do Natan. Procurei por maiores informações com a mãe do paciente e marquei consulta com a Drª Caroline, no final de Nov/12, suspendemos os preparativos para a cirugia. Ele ficava inquieto com as massagens, mas não apresentou mais as infecções.  Dez/12 tivemos a segunda consulta, ele estava bem clinicamente e o retorno ao médico seria em Fevereiro. De férias ele continuava bem e as infecções não mais apareceram. Em Fevereiro procuramos o otorrino para iniciarmos os procedimentos, e como o Natan estava bem gripado os exames tiveram que ser adiados. No dia 18/03/13(um dia antes do aniversário de 3anos do Natan) depois de fazer o exames ele recebeu o diagnóstico positivo,ele estava curado da OMSB e a fonoaudióloga também constatou que ele não mais apresentava a DISACUSIA. Assim como foi com o paciente anterior com duas consultas o Natan foi curado. Agradecemos à Deus por colocar na nossa vida a Drª Caroline e por curar o Natan através do tratamento feito por ela. Que Deus continue te usando para cura de muitos. Deus te abençoe. Muito Obrigada. Abraços, Ana Paula F Del Menezzi Barroso





Na longa busca por alívio para dores (fibromialgia), me deparei com a nova técnica na internet.Li tudo que encontrei e no blog de Dra.Caroline.Como se uma luz piscasse no fim do túnel, marquei uma consulta.Logo após o primeiro atendimento, senti uma leveza jamais experimentada,em toda a minha vida. Como se tivesse deixado para trás, um grande peso.O sono ficou muito melhor.Despertava bem disposta,feliz.Como terapia que vai na raiz dos problemas, abre um precedente inigualável.Quem viver verá nascer uma nova postura da medicina convencional, tão resistente para encarar o ser humano como sendo mais que só corpo físico.
Já decorreram seis meses do meu último atendimento, estou bem.Descobri dentro de mim, uma nova maneira de encarar os desafios da vida.Aprendi a desdramatizar os pequenos problemas , uma nova maneira de levar a vida e as dores praticamente desapareceram.
Se você está com algum problema, tente a microfisioterapia. Tenho certeza que vai se surpreender,assim como eu.Deixo o  e-mail caso queira trocar informações: mariadosreis1943@yahoo.com.br.

Atenciosamente, Maria dos Reis 





"Meu nome é Heidi Robbe, tenho 51 anos de idade e a 5 meses tive a grande felicidade de conhecer a Microfisioterapia através da Caroline Nery!

Eu sofria, a 4 anos, com as dores intensas da fibromialgia, além de várias outras enfermidades decorrentes do stress excessivo (insônia, psoríase, depressão e síndrome do cólon irritavel (SCI)) . Procurei vários médicos (alopatas e homeopatas) e fazia uso constante de medicamentos, sem que os problemas se resolvessem.

Depois da primeira sessão de microfisioterapia eu me emocionei! Saí do consultório pisando em nuvens, leve e sem dores! No dia seguinte, acordei sem dores e bem disposta - coisa que a muito tempo não acontecia! Desde então, me sinto cada dia melhor, mais feliz, com mais energia e vontade de viver! Estou dormindo melhor, não sinto dores, a pseuríase sumiu, a depressão virou alegria de viver e o intestino está ótimo!

Além de recuperar a saúde física, a mudança na minha maneira de pensar, de reagir e de "sentir" as situações do dia-a-dia é impressionante! Hoje tenho mais coragem, acredito mais em mim, estou mais centrada e equilibrada e tenho muito mais disposição para a vida! Sou feliz!

Sou eternamente grata à Caroline e aos franceses Daniel Grosjean e Patrice Bénini por terem trazido ao mundo essa técnica tão maravilhosa que é a Microfisioterapia!"
 



E.D.P. para mim , posso dizer que a microfisioterapia está me devolveu partes da visão que, até então imaginava-se, ou melhor, os exames demonstravam que partes do nervo óptico do olho direito estava lesado. Há um ano atrás fui acometida de neurite óptica no olho direito. Fiquei internada por dez dias, realizando tratamento com corticóides, uma vez que os inúmeros exames realizados, tanto laboratoriais, quanto de líquor e imagem, não detectaram a causa de tal edema no nervo óptico. Após nove meses do tratamento só conseguia ler com o olho acometido sílaba por sílaba. Conforme demonstrou exames oftalmológicos havia perda de campo visual. Entretanto, ao me submeter à microfisiterapia, aquela parte do nervo óptico que estava comprometida, iniciou um processo de recuperação, o olho começou a lacrimejar e sair secreção promovendo uma limpeza no organismo, de expulsar os agentes patológicos/agressores que se instalaram ali. Hoje, após a terceira sessão, já consigo ler com o olho acometido de forma mais fluente, enxergando metade da frase de um texto, melhorando a cada dia.





R.D.- A Microfisioterapia para mim foi um processo de desintoxicação das dores vividas, quer seja em nível físico, emocional ou psicológico, me trouxe uma sensação de leveza, muito grande, em relação à vida.a sensação de deixar para traz sentimentos que direcionavam minhas ações, sem que eu atentasse que aquela forma de agir não precissava mais se repetir, mas meu corpo me direcionava para tal.Então, conhecendo estas memórias que estavam registradas em meu corpo, tive a oportunidade de agora, com mais maturidade, reavaliar acontecimentos e restaurar energias.Muitas vezes guardamos em nosso corpo dores, que as palavras não alcançam, para que sejam elaboradas, mesmo sentimentos trabalhados em psicoterapia ainda persistiam através dos sintomas.A Microfisioterapia, através da micro palpações foi a oportunidade de fazer com que elas fluíssem para fora de mim, eliminando os sintomas, pois muitas vezes as lembranças desaparecem da nossa memória, mas a dor continua no nosso corpo através dos sintomas.